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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Estoque de apartamentos novos em Curitiba atinge o menor patamar do ano

O número de apartamentos residenciais novos disponíveis para a venda em Curitiba atingiu o menor patamar do ano, em agosto. De acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), pela segunda vez em 2013, o estoque de apartamentos novos ficou abaixo das 11 mil unidades. Em agosto, assim como em fevereiro desse ano, a capital registrou o volume de 10.934 unidades em estoque, disponibilidade de 30,7% em relação à oferta.
Entretanto, a se considerar o comparativo entre os dois meses, a quantidade de apartamentos residenciais novos em oferta cresceu 5,7%. Em fevereiro de 2013, havia 33.599 imóveis em oferta na cidade, enquanto em agosto esse volume foi de 35.539 imóveis, alta de 5,7%. “Isso mostra que as vendas continuam acontecendo, ainda que o comprador esteja pesquisando mais antes de fechar o negócio”, explica o presidente da Ademi/PR, Gustavo Selig.
A se comparar agosto com o mês anterior, verifica-se uma redução de 2,8% na quantidade de apartamentos residenciais novos em estoque em Curitiba (11.259 unidades), ante a um incremento de 0,7% da oferta (35.286 unidades). A maior baixa de estoque, em termos percentuais, se deu para os apartamentos residenciais de três dormitórios, que totalizaram uma redução de 18% entre as unidades disponíveis, passando de 1.094 para 897 imóveis. 
Quanto ao padrão, a redução mais significativa entre os meses foi para os apartamentos supereconômicos, com preço de até R$ 170 mil. Nessa faixa, a diminuição dos imóveis novos disponíveis para a venda foi de 14,6%, passando de 294 para 251 unidades. Em agosto, as habitações supereconômicas em Curitiba tiveram o segundo menor volume de oferta, com 1.862 unidades, atrás apenas dos imóveis de luxo, que contabilizaram 1.508 unidades em oferta na capital.

Conheça alguns imóveis em Curitiba











Mercado em Curitiba está comprador

Mercado está comprador

Pesquisa da Ademi-PR indica redução no estoque de imóveis novos: mesmo com velocidade de vendas lenta, demanda absorve oferta na capital

Dados recentes sobre lançamento e venda de apartamentos novos em Curitiba mostram que o mercado segue em ritmo estável e sem grandes oscilações. A boa notícia, de acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) – que coordena a pesquisa mensal do setor – é que o volume de unidades não comercializadas na capital é o menor desde janeiro de 2013. Em agosto, o índice de estoque ficou em 30,7%.
Segundo a pesquisa, agosto registrou um total de 10.934 unidades à venda na cidade, contabilizando apartamentos residenciais lançados, em obras e prontos. Pela segunda vez no ano o número ficou abaixo de 11 mil. Em fevereiro, havia também 10.934 imóveis em estoque, mas o percentual em relação ao volume total de lançamentos registrados desde 2007 era mais alto, chegando a 32,5%.

A explicação para a mudança é o aumento, apurado pelo levantamento, de quase 6% nos lançamentos imobiliários. Em fevereiro desse ano, a soma de lançamentos na capital era de 33.599 unidades, contadas a partir de janeiro de 2007. Em agosto, chegou a 35.539 unidades, considerando o mesmo período.

“O mercado está comprador. A velocidade de vendas está mais lenta do que no ano passado, mas a evolução entre o volume de lançamentos e a comercialização do estoque mostra que a demanda está absorvendo a oferta”, diz Gustavo Selig, presidente da Ademi-PR.
De acordo com Selig, o estoque de 30,7% fica dentro do percentual considerado “saudável”. “Está em equilíbrio. O mercado entra em alerta se o índice passar de 37%”, explica.

Valorização
Ainda de acordo com a pesquisa, os imóveis continuam a valorizar em Curitiba. O preço médio do metro quadrado privativo em agosto, em comparação ao mês anterior, teve alta de 0,9%. O maior valor é para os apartamentos residenciais de dois dormitórios no Batel, segmento que atingiu o preço de R$ 9,1 mil.

O valor médio do metro quadrado privativo de imóveis novos na cidade está em R$ 5,8 mil.

O levantamento indicou, também, uma retomada nos lançamentos de edifícios residenciais com unidades de um e de três dormitórios em Curitiba no segundo semestre desse ano. Segundo a Ademi-PR, esse dado mostra que após um grande volume de lançamentos para o programa Minha Casa Minha Vida, as construtoras e incorporadoras estão apostando no segmento de luxo e alto padrão.

Conheça algumas opções em Curitiba

Estoque de apartamentos novos em Curitiba atinge o menor patamar do ano

O número de apartamentos residenciais novos disponíveis para a venda em Curitiba atingiu o menor patamar do ano, em agosto. De acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), pela segunda vez em 2013, o estoque de apartamentos novos ficou abaixo das 11 mil unidades. Em agosto, assim como em fevereiro desse ano, a capital registrou o volume de 10.934 unidades em estoque, disponibilidade de 30,7% em relação à oferta.
Entretanto, a se considerar o comparativo entre os dois meses, a quantidade de apartamentos residenciais novos em oferta cresceu 5,7%. Em fevereiro de 2013, havia 33.599 imóveis em oferta na cidade, enquanto em agosto esse volume foi de 35.539 imóveis, alta de 5,7%. “Isso mostra que as vendas continuam acontecendo, ainda que o comprador esteja pesquisando mais antes de fechar o negócio”, explica o presidente da Ademi/PR, Gustavo Selig.
A se comparar agosto com o mês anterior, verifica-se uma redução de 2,8% na quantidade de apartamentos residenciais novos em estoque em Curitiba (11.259 unidades), ante a um incremento de 0,7% da oferta (35.286 unidades). A maior baixa de estoque, em termos percentuais, se deu para os apartamentos residenciais de três dormitórios, que totalizaram uma redução de 18% entre as unidades disponíveis, passando de 1.094 para 897 imóveis. 
Quanto ao padrão, a redução mais significativa entre os meses foi para os apartamentos supereconômicos, com preço de até R$ 170 mil. Nessa faixa, a diminuição dos imóveis novos disponíveis para a venda foi de 14,6%, passando de 294 para 251 unidades. Em agosto, as habitações supereconômicas em Curitiba tiveram o segundo menor volume de oferta, com 1.862 unidades, atrás apenas dos imóveis de luxo, que contabilizaram 1.508 unidades em oferta na capital.

Conheça alguns imóveis em Curitiba











Mercado em Curitiba está comprador

Mercado está comprador

Pesquisa da Ademi-PR indica redução no estoque de imóveis novos: mesmo com velocidade de vendas lenta, demanda absorve oferta na capital

Dados recentes sobre lançamento e venda de apartamentos novos em Curitiba mostram que o mercado segue em ritmo estável e sem grandes oscilações. A boa notícia, de acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR) – que coordena a pesquisa mensal do setor – é que o volume de unidades não comercializadas na capital é o menor desde janeiro de 2013. Em agosto, o índice de estoque ficou em 30,7%.
Segundo a pesquisa, agosto registrou um total de 10.934 unidades à venda na cidade, contabilizando apartamentos residenciais lançados, em obras e prontos. Pela segunda vez no ano o número ficou abaixo de 11 mil. Em fevereiro, havia também 10.934 imóveis em estoque, mas o percentual em relação ao volume total de lançamentos registrados desde 2007 era mais alto, chegando a 32,5%.

A explicação para a mudança é o aumento, apurado pelo levantamento, de quase 6% nos lançamentos imobiliários. Em fevereiro desse ano, a soma de lançamentos na capital era de 33.599 unidades, contadas a partir de janeiro de 2007. Em agosto, chegou a 35.539 unidades, considerando o mesmo período.

“O mercado está comprador. A velocidade de vendas está mais lenta do que no ano passado, mas a evolução entre o volume de lançamentos e a comercialização do estoque mostra que a demanda está absorvendo a oferta”, diz Gustavo Selig, presidente da Ademi-PR.
De acordo com Selig, o estoque de 30,7% fica dentro do percentual considerado “saudável”. “Está em equilíbrio. O mercado entra em alerta se o índice passar de 37%”, explica.

Valorização
Ainda de acordo com a pesquisa, os imóveis continuam a valorizar em Curitiba. O preço médio do metro quadrado privativo em agosto, em comparação ao mês anterior, teve alta de 0,9%. O maior valor é para os apartamentos residenciais de dois dormitórios no Batel, segmento que atingiu o preço de R$ 9,1 mil.

O valor médio do metro quadrado privativo de imóveis novos na cidade está em R$ 5,8 mil.

O levantamento indicou, também, uma retomada nos lançamentos de edifícios residenciais com unidades de um e de três dormitórios em Curitiba no segundo semestre desse ano. Segundo a Ademi-PR, esse dado mostra que após um grande volume de lançamentos para o programa Minha Casa Minha Vida, as construtoras e incorporadoras estão apostando no segmento de luxo e alto padrão.

Conheça algumas opções em Curitiba

Lucro imobiliário: quando o imposto deve ser pago

liário: quando o imposto deve ser pago


"Hoje em dia é tudo informatizado e o jeitinho brasileiro pode dar prejuízo no futuro. As imobiliárias são obrigadas a dar informações corretas, sob pena de responder pelos seus atos. Além disso, mesmo que a pessoa faça algum acordo informal com o comprador, para registrar um valor diferente, na hora que bater o registro no cartório vai confrontar com o cálculo do ITBI, estipulado pela Prefeitura", destaca Rosalmir Moreira, que é um dos diretores da regional Norte do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR). 

A Receita Federal também tem mecanismos cada vez mais eficientes para descobrir as tentativas de escapar dos impostos. E, de acordo com Marcelo Esquiante, o órgão deve intensificar, nos próximos anos, as fiscalizações a respeito de doações, algo muito frequente entre familiares quando se trata de venda e compra de imóveis. "Tanto quem doa quanto quem recebe precisa declarar as doações, inclusive de imóveis, e a receita deve ficar mais em cima disso daqui pra frente". 


Vale a pena
Mesmo com muita burocracia e imposto a pagar, vender um imóvel é compensador na opinião do diretor comercial da Imobiliária Santamérica, Alexandre Moretto. "Não tem nada que bate o investimento do imóvel. Nos últimos quatro anos os imóveis valorizaram mais de 150%. Quem colocou R$ 100 mil no banco há quatro anos não teve o lucro de alguém que vendeu um imóvel nesse mesmo período".

Tributação

A valorização dos preços no mercado e a demanda por habitação podem garantir um bom negócio para quem decide vender um imóvel. Mas junto com o lucro imobiliário vem um imposto a ser pago.
A tributação de 15% incide sobre a diferença entre o valor que até então constava na escritura e o total negociado com o comprador na venda, ou seja, aquilo que realmente se caracterizou como lucro na negociação. O valor deve ser pago 30 dias após a assinatura do contrato de compra e venda. 

Mas há casos em que o contribuinte está isento do tributo. O presidente do Sindicato das Empresas de Assessoramento e Serviços Contábeis de Londrina (Sescap-Ldr), Marcelo Esquiante destaca que se o imóvel vendido for residencial e a pessoa que o comercializou comprar outro de igual ou maior valor, em até seis meses, não precisa pagar o imposto. "Mas tem que ser de residencial para residencial, se o imóvel vendido ou o outro comprado for comercial, precisa pagar o imposto", ressalta. 

O procedimento, nesse caso, é não pagar o imposto no prazo de 30 dias. Mas é importante ter a certeza de que outro imóvel será comprado, pois passando o prazo de seis meses, o pagamento do imposto é inevitável e ainda virá acompanhado de juros e multa.
Esquiante explica que nos casos em que o imóvel comprado, posteriormente à venda, tiver um valor menor, o imposto também é cobrado mas com desconto. "A alíquota de 15% vai ser a mesma, mas o sistema da Receita Federal dá um desconto". 

Também está livre do imposto quem tiver um lucro imobiliário que não ultrapasse R$ 35 mil. "É importante lembrar que o imposto é sobre o lucro, ou seja, se vender, por exemplo, dois imóveis e o valor ultrapassar R$ 35 mil, vai ter que pagar o imposto", destaca o presidente do Sescap Londrina. 

Independentemente de ser isento ou não do imposto, as informações sobre a venda de um imóvel precisam constar na declaração do imposto de renda. Isso também vale para os contribuintes que não estão inclusos na faixa salarial que obriga a prestação de contas com o leão. 

Mas como orienta Esquiante, o ideal é calcular tudo antes, já durante o processo de venda. Para saber exatamente qual será o lucro e, se for o caso, quanto pagar de imposto, é possível acessar o site da Receita Federal e baixar o programa "Ganho de Capital". 


Com a notícia do imposto a ser pago não é raro que contribuintes que estão vendendo um imóvel busquem uma forma de driblar o tributo, com informações diferentes na escritura, acordos informais com o comprador ou até mesmo dados que não correspondem com a verdade na declaração do imposto de renda. Pode até parecer tentador, mas os especialistas avisam que, hoje em dia, o sistema tributário está muito mais preparado para o "jeitinho brasileiro". 

Luxo é segmento promissor em Curitiba

Incorporadoras locais e grandes empresas de fora lançam empreendimentos de alto padrão

O público de alto poder aquisitivo é alvo de grandes incorporadoras em Curitiba. Com o quarto maior PIB entre as capitais brasileiras, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, a cidade ganhou em 2013 o Pátio Batel, seu primeiro shopping de luxo, e neste ano deve consolidar o perfil de alto padrão no mercado imobiliário. Os lançamentos não deixam dúvidas: do Mandala, parceria entre as empresas locais Thá e AG7 Realty, aos prédios da Laguna, Hugo Peretti e San Remo, também curitibanas, os novos projetos residenciais verticais contemplam itens que vão muito além da alta metragem.

Além das incorporadoras locais, empresas de fora estão se posicionando nesse segmento. A Cyrela girou seu radar para a busca e aquisição de terrenos premium. Como resultado, a empresa lançou, em 2013, o 1550 Batel e o Dom – juntos, os empreendimentos somam Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 130 milhões – e para este ano projeta três grandes lançamentos que devem firmar o nome da Cyrela no segmento de luxo e alto padrão.

A Rossi, por sua vez, acaba de lançar mais um empreendimento de alto padrão. Localizado no Alto da Glória, o Rossi PalácioImperial tem projeto inspirado nas elegantes construções inglesas. Conforto e sofisticação são as premissas do empreendimento – segundo o diretor regional da Rossi, Gustavo Kosnitzer, a empresa dá atenção especial às preferências dos moradores de Curitiba. “Já temos um referencial de luxo na cidade, o Palácio Real Batel. O mesmo conceito será adotado para esse novo projeto”, diz o executivo.


Os apartamentos terão entre 170 m² e 212 m². As maiores unidades são coberturas duplex, com três suítes. A torre, com 24 apartamentos e quatro coberturas, tem um VGV estimado em R$ 43 milhões.

Conheça algumas opções de imóveis de luxo em Curitiba